Uma proposta comercial de quarenta páginas existe para impressionar, não para informar. Na prática, o cliente lê a primeira e a última página e pula o resto. Se o objetivo é decisão rápida e alinhamento real, a proposta cabe numa página.
O que precisa estar lá: escopo definido em entregáveis concretos, não em horas; prazo com marcos verificáveis; preço fechado ou faixa de variação clara; e o que fica de fora do escopo, que é tão importante quanto o que entra.
Tudo o que passa disso — cases genéricos, slides institucionais, metodologia proprietária — é material de vendas, não de decisão. Separar os dois documentos deixa a proposta mais rápida de aprovar e a venda mais honesta.

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